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Dafiti. Submarino. Mercado Livre. 

Os nomes são conhecidos e reconhecidos de todos, mas afinal, de onde vieram, e como cresceram tanto? 

Qual o segredo por trás das grandes marcas do ramo de vendas on-line? 

Hoje, vamos conversar sobre estes três cases de sucesso da indústria do e-commerce, e com certeza essas histórias vão te inspirar a investir (muito mais) no e-commerce da SUA marca.

O Dafiti, assim como nossos outros dois cases de sucesso de hoje segue o modelo “completão”, disponibilizando aos consumidores uma infinita variedade de produtos e marcas através de poucos cliques. Ao todo, o site comporta cerca de 900 marcas, e uma variedade composta por mais de 100.000 produtos, ao alcance de todo e qualquer consumidor que realize uma compra no site e aguarde o produto chegar em sua casa através do sistema de entregas. 

A história do Dafiti começou 10 anos atrás, mais precisamente em outubro de 2010, quando um trio de sócios composto por uma união entre 3 etnias – o alemão Malte Huffmann, o francês Thibald Lecuyer e o brasileiríssimo Philip Povel – uniram forças na expectativa de iniciar um site de comércio eletrônico que vendesse artigos de moda. 

A escolha pelo tema – moda – veio través da experiência vivida por Malte e Philip na Alemanha, que iniciaram lá um comércio semelhante, vendendo-o anos depois para a líder Europeia do setor de e-commerces, Zalando. 

No Brasil, nada começou grandioso. 

Um escritório de 20m² (isso mesmo, 20 metros quadrados) foi alugado pelos três sócios, que adquiriram uma mesa (uma só) e três telefones, através dos quais diariamente ligavam para todas as fabricantes de calçados do país, na tentativa de conseguir a parceria de vendas em seu site. 

Após dois meses, muita persistência e milhões de palavras trocadas por telefone, a empresa obteve duas conquistas: seu primeiro estagiário, o rapaz Daniel Fittipaldi, e um novo endereço, agora com 4 andares. 

Mas então, veio a questão principal: como se chamaria a empresa? Pois bem, você se lembra do estagiário? Ele era o responsável por receber via e-mail todas as sugestões de nome para o e-commerce. Os sócios não chegaram à nenhuma ideia que agradasse a todos, porém, gostavam do endereço de e-mail de Daniel, que era “danifitti”. Decidiu-se então, que o nome da empresa seria “Dafiti”, para não ser totalmente igual ao endereço do pupilo. 

No dia 24 de janeiro de 2011 era lançado no Brasil o site DAFITI, com cerca de 90 marcas, todas de calçados. Parece ótimo, porém, não apenas a Dafiti, mas também as marcas expostas no site tinham um grande desafio pela frente, que não foi enfrentado na Europa: boa parte dos consumidores brasileiros comprariam um calçado através da internet pela primeira vez, e isso dificultava (e muito) o processo de venda, e também de construção da marca. 

Com muito empenho, a maca conseguiu saltar em 6 meses de 90 para 140 marcas expostas, contando agora com algumas opções em roupas. Em 2012 a DAFITI alcançou sua exposição para o exterior (Argentina e Chile) e veiculou sua primeira propaganda em TV aberta. 

Atualmente a Dafiti conta com 125.000 produtos expostos, pertencentes à mais de 2.000 diferentes marcas. Seu faturamento anual é estimado em R$ 1.1 bilhão, e a marca conta com mais de 2.000 funcionários, espalhados em 5 diferentes países (Argentina, Brasil , Chile Colômbia e México). 

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Se você é leitor ou possui uma pessoa próxima que goste muito de livros, com certeza já ouviu falar (ou até mesmo comprou livros) via Submarino. 

O site se tornou referência no país, principalmente por suas muitas e constantes ofertas no setor literário, porém, além de lindos livros físicos, o site também vende jogos, eletrodomésticos, eletroeletrônicos, roupas, calçados, acessórios e muito mais. 

Jack London foi um dos pioneiros do ramo de vendas pela internet do país, e seu nome (bem como seu negócio) são importantíssimos à história do Submarino, tudo porque foi a partir da aquisição da Book Net, primeira livraria on-line de sucesso do país, feita pelo trio de empreendedores Antonio Bonchristiano, Marcelo Ballona e Flávio Jansen, que a empesa TBL S.A. passou a existir. 

A TBL S.A. era o pontapé para a criação de um site que vendesse tudo (ou quase tudo), e que mais tarde se chamaria Submarino. 

A compra da livraria fez parte de uma grande estratégia de marketing, pois, após a conclusão da venda, Antonio, Flávio e Marcelo, tinham não apenas uma livraria on-line mas sim, os ativos da marca, seu site e domínio, uma carteira composta por mais de 50.000 clientes e uma experiência de trabalho de mais de 4 anos. Ou seja, o que eles compraram foi uma empresa on-line pronta. 

O investimento total nessa estrutura custou R$ 12 milhões, mas cada centavo valeu à pena. Encerrada a transação, era hora de dar nome ao site; como “se navega” na internet, foi decidido que o nome deveria ter alusão a isso, e o veículo escolhido foi o submarino, por sua agilidade e capacidade de transitar entre grandes e diferentes áreas. 

O site foi ao ar em junho de 1999, e de início, eram vendidos apenas livros, CD’s e brinquedos. 8 meses depois, em fevereiro de 2000, o Submarino foi expandido para Argentina, México e Espanha. Com esta expansão, o site passou a contar com a participação de mais 300 editoras, 5 atacadistas de livros, oito fornecedores de CD e cinco de brinquedos. 

Assim como qualquer empresa de comércio eletrônica iniciada antes de 2010, o Submarino tinha o desafio de comprovar para o consumidor que suas compras eram seguras, tanto sobre dados bancários, quanto á prazos de entrega. Para que tudo desse certo, Antonio, Marcelo e Flávio recorreram à Microsoft, conseguindo uma parceria que além de manter o site seguro para compras, permitia uma navegação mais rápida, o que era um luxo à época. 

Mas ainda faltava o ponto-chave: de onde saíriam os produtos para entrega? Este último problema foi solucionado com a construção de um cento de distribuição na cidade de São Paulo. Medindo 8.000m², e com capacidade parra armazenar 400.000 itens, o CT da Submarino estava pronto. 

Diante de tanto investimento e persistência, os resultados foram assombrosos; em apenas 6 meses, a marca conquistou 500.000 clientes, mas isso ainda não era suficiente para cobrir os milhões inseridos na estruturação do e-commerce. Foi só em 2002 que os grandes resultados começam a surgir. Nesse ano, o site entregou mais de 1 milhão de pacotes, atendendo 850.000 clientes em 4.075 cidades brasileiras, o que garantiu um crescimento de 70% sobre o faturamento do ano anterior. 

A partir deste ano também, o Submarino catalogou mais de 700.000 produtos expostos, separados por 17 categorias, entre os quais já era possível encontrar hobby e lazer, informática, telefonia, roupas e muito mais. 

Atualmente o Submarino conta com cartão de crédito próprio, serviço de streaming e Programa de Milhas (chamado de Léguas). A marca possui 700 funcionários e um faturamento anual estimado em R$ 2.2 bi. 

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De todos, o mais conhecido. O Mercado Livre possui uma trajetória de sucesso, iniciada antes de qualquer outra empresa de comércio eletrônico na América Latina. A marca começou a ser construída pelo argentino Marcos Galperin em março de 1.999, com o intuito de ser o primeiro e-commerce de toda a América Latina. Nessa época, Marcos estudava na universidade de Stanford, e para que seu plano desse certo, contou com a ajuda de 3 dos seus colegas de turma; os argentinos Hernán Kazah e Josué Sales, e o brasileiro Stelleo Tolda. A ideia inicial é exatamente a que conhecemos atualmente: uma plataforma 100% automatizada, separada por categorias, onde vários mercadores pudessem expor seus produtos. 

O site foi lançado oficialmente no dia 02 de agosto, sob o nome “Mercado Libre”, e só passou a existir no Brasil após uma série de investimentos que contou com o banco J.P. Morgan, e também o fundo monetário Hicks, Muse, Tate e Furst, contabilizando um total de R$ 7,6 milhões. Após o Brasil, foi a vez de Uruguai e México receberem a oportunidade de vender e comprar através da plataforma. Em maio de 2000 o negócio recebeu uma injeção de dinheiro (US$ 46,6 milhões), que o levou a Chile, Colômbia, Equador e Venezuela. 

Atualmente o Mercado Livre possui expostos cerca de 60.000.000 de ofertas entre produtos, serviços e automóveis, e opera em 18 países. O site registra 6.000 buscas e 09 vendas por segundo, o que implica diretamente na economia brasileira, país onde 111.000 vendedores possuem renda única e direta de suas vendas realizadas através do site. 

O Mercado Livre é o maior e-commerce do país, e possui ações na bolsa de valores. 

Investir no seu e-commerce é sempre uma excelente opção. Mesmo que seus investimentos não alcancem milhões no primeiro momento, os resultados poderão ser percebidos, principalmente em tempos como os que estamos vivendo, em que as compras, em sua maioria, são realizadas pela internet. 

O e-commerce no Brasil cresceu 22,7%, finalizando o ano com um faturamento de R$ 75,1 bilhões, para o segmento. 

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